O vereador Bruno Mol questionou na última reunião da Câmara a falta de cobertura nos pontos de ônibus da cidade. Segundo Bruno, o mesmo já havia feito uma indicação, semelhante a que a vereadora Aída Anacleto fez nesta semana, em relação aos pontos de ônibus sem abrigo para passageiros do ponto em frente ao Centro de Convenções e o outro em frente à ferrovia.
Bruno questionou a cobertura para os pontos de ônibus alegando a exposição dos passageiros ao sol e chuva sem proteção em outros pontos da cidade. “Nossa cidade está precisando de uma intervenção desse tipo devido aos vários pontos da nossa cidade que não tem cobertura, então os usuários de transportes coletivos ficam a mercê e expostos ao tempo. Então eu acho essa indicação muito pertinente e queria que os outros pontos da cidade fossem também contemplados com o serviço”, explicou.
Bruno também se desculpou, com os colegas e com o presidente da Câmara. Segundo ele, pelo mal entendido ocorrido na semana passada em relação à palavra livre. “Semana passada nós tivemos um desencontro aqui e eu peço até perdão a Vossa Excelência e aos meus amigos vereadores. O presidente deu a palavra livre mas eu estava aqui pegando o documento pra ler e não deu tempo de manifestar, o erro foi meu”, afirmou Bruno.




Bruno Mol ! E rede elétrica subterrânea e o calçamento da Rua Alphonsus de Guimaraens, lembra! Ficou de olhar com carinho para nós, certo? Estamos aguardando…
Muito importante a preocupação. No entanto, como ficam os estacionamentos, oficinas, borracharias e obstáculos no passeio ao longo da rodovia (veja nas proximidades do posto)? Trata-se de uma falta de respeito com o cidadão marianense além de colocar a vida dele em risco uma vez que tem de usar a margem da rodovia.
São poucos os vereadores que questionam e usam a palavra livre na câmara municipal. O vereador Bruno Mól é um que mais usa este espaço para questionar, reenvidicar melhorias e informar a população. Eu estava lá e vi que realmente foi Leitão que acabou a sessão sem dar a palavra livre.
Ele tem que se desculpar por ser um zero a esquerda na política em Mariana.