Após recesso de aproximadamente 25 dias, voltou nesta última segunda-feira (2) as reuniões de interesse do povo da Câmara Municipal da cidade. A reunião que iniciou com dez minutos de atraso durou cerca de 40 minutos onde foram apresentados oito projetos de leis.
O que chamou atenção foi a falta de questionamentos por parte dos vereadores e o encerramento da sessão com a palavra livre interrompida pelo presidente da Câmara que não deu aos edis chance de se manifestar, o vereador Bruno Mol disse que se pronunciaria a respeito da ponte da chácara e algumas outras pautas, mas como visto por todos o senhor presidente encerrou a sessão. A Câmara encerrou sua primeira reunião do segundo semestre sem os demais questionamentos previstos e que deixou claro a falta do comprometimento para com a população em relação aos questionamentos de interesse do povo.
Procurados por nossa Redação o Presidente da Câmara, Édson Agostinho de Castro Carneiro, respondeu que “A Câmara Municipal de Mariana, através do seu presidente interino, esclarece que a Palavra Livre foi concedida ao final das votações dos projetos de leis, conforme consta no Regimento Interno desta Casa de Leis, na reunião da última segunda-feira, 02 de agosto. Entretanto, como não houve manifestação alguma do egrégio plenário para o uso da mesma, a sessão ordinária foi encerrada.Sendo assim, não houve por parte do atual presidente nenhuma tentativa de cercear o direito do vereador de se pronunciar durante a Palavra Livre”.




CAMARA MUNICIPAL DE MARIANA VOLTA, DO RECESSO COM ATRASO NO INICIO DA REUNIÃO
Como dizer, da falta de assunto para inicio da reunião da Câmara de Mariana se o município passa pela mais grave crise política. Recesso Legislativo de mais ou menos 25 dias, deixando de lado uma comunidade que por sua história mostra grandes lutas pela política brasileira e nacional. Inicio com 10 minutos de atraso, duração como publicado de apenas 40 minutos, onde esta a voz do povo representado pelo Legislativo? Será que os senhores vereadores não sabem o que esta passando com a administração município, com as graves acusações publicadas? Será que receberam os SUBSÍDIOS por este tempo de descanso? E os projetos de Leis foram apreciados? Fato importante não vem nenhuma fala quanto ao descaso político para com o município por parte dos senhores vereadores. Aberta a palavra livre, esta foi interrompida pelo Presidente da Câmara, segundo o vereador Bruno Mol, que esperava a oportunidade para falar inclusive de obras e outros temas de interesse do município. Mais forte que a necessidade de ver a necessidade de Mariana e seu povo representado na Câmara Municipal foi o encerramento as sessão. No encerramento da primeira reunião, do segundo período deste ano legislativo, demonstraram falta de comprometimento em defesa dos direitos do município e população, demonstram vivenciar alguns destes representantes a possibilidade da inclusão de seus nomes dentre aqueles que unicamente recebem dos cofres públicos grandes salários chamados de “SUBSÍDIOS”, não lutando em defesa dos princípios legais e constitucionais que juraram defender no dia de suas posses, não se esqueçam da “FICHA LIMPA”. O “Presidente interino ‘Edson Agostinho de Castro Carneiro”, respondeu que a palavra livre foi concedida após a votação. Imagine 08 (oito) projetos de Lei apreciados e votados em 40 minutos, tendo a reunião ainda um atraso em seu início. Realmente a alta cultura esta presente na Casa Legislativa de Mariana, são os doutos, foram escolhidos não só pelo voto, mas a dedo, e mesmo assim com tanto saber não respondem a comunidade o porquê de tantos erros que marcam este tempo da administração pública Marianense. Quais os deveres do vereador? Perguntamos em uma coluna publicada, sem resposta até a presente data, “como foram apreciadas as contas da administração do prefeito cassado, se este não foi eleito e sim se manteve no governo através de liminares”. A fala do Presidente da Câmara contradiz a do vereador Bruno Mol, que não teve tempo concedido como publicado para falar de assuntos de interesse do município inclusive de obras. Afinal foi concedida ou não a palavra livre nesta reunião? Não ficou clara a respostas pela contradição entre a fala dos dois vereadores. O Regimento Interno da Casa legislativa é nada mais nada menos que a normativa legal que todas as Câmaras Municipais possuem para poder ter limites legais em seus atos e funcionamento, mas neles não estão escritos, que estão impedidos vereadores de tratarem de assuntos de interesse do município, exceto nas reuniões que tratam de matérias orçamentárias. Pelo que acompanhamos através da imprensa, agora nada mais justo que pedir aos vereadores, “não deixem morrer uma terra que ultimamente sofre por tantos confrontos entre a política e a politicagem”. Vereador Bruno, foi concedido o tempo para sua fala ou não? Na Palavra livre foi cerceado seu direito de pronunciar? A matéria publicada não pode ser explicita, pois a fala do Presidente é contrária a sua, temos acompanhado seu trabalho, acreditamos, a resposta certamente dará cunho de verdade aos seus atos no legislativo. Câmara Municipal olhem para Mariana! Esta terra esta ficando apagada, não deixem vocês representam o povo.
Antonio Freitas Neto.