No Jornalismo, as matérias surgem transformando verdades questionadas em questões definidas, assim fácil dizer: “Quem tem telhado de vidro nunca deve jogar pedras”. Na segunda-feira, um fato surpreendente ocorreu na Câmara Municipal de Mariana. Ao olhar de todos, inclusive o da imprensa, era uma denúncia contra a atual prefeita Terezinha Ramos. Fato que busca um passado, para elucidar verdades adormecidas no meio político.
A denúncia não foi acolhida pelo plenário da Câmara, fato este que chamou muito a atenção não só dos presentes, mas de toda a população. De 2.008 até agora, ocorreram várias mudanças de prefeito, e a prestação de contas dos que ocuparam cargo, desde o primeiro que foi empossado pela Câmara com seu registro de candidato negado.
Será que aprovaram as contas deste prefeito? Qual foi a base jurídica legal para análise para a aprovação ou não? Será que quem votou a favor do acolhimento da denúncia pronunciou em favor do povo e do município em outras épocas? O tempo mudou o destino desta terra? E a origem da denúncia teve prova fundamental técnica e jurídica pericial? Foi feita contra a prefeita ou contra o Executivo? “Prefeita e vice-prefeito”? O denunciante levou as provas cabíveis, ou simplesmente tentou fazer sofrer mais ainda uma população descrente por tantos atos que marcaram estes últimos anos? Será que o denunciante antes de apresentar a matéria teve o cuidado de ver quantos contratos foram assinados pelos prefeitos anteriores? De onde saíram todos os gastos anteriores com advogados nas administrações?
Através de uma perícia político/administrativa desde a data que assumiu a Prefeitura, Roque com amparo em liminar que o TSE desconheceu acolher como veracidade una a Sentença do Juiz Eleitoral em Mariana no ano de 2.008 antes das eleições ou até mesmo há oito anos na administração do ex-prefeito Celso Cota.
Ficam algumas perguntas perante a sociedade, de o porquê os 08 vereadores ao menos aceitaram a denúncia. Acreditamos que todos concordam que precisa realmente dar um basta nesta troca de prefeitos, deixando claro que de interesse popular não tem nada, mas sim interesses pessoais e políticos.
E agora?! Aqui se faz aqui se paga. Assim é o jornalismo, um trabalho de busca para encontrar dados corretos que possam fundamentar os mais diversos assuntos, devendo sempre ser isento e livre para que a verdade inove a cada instante o trabalho dos que trabalham com pensamentos positivos.No jornalismo não se defende partes, mostra-se o todo para análise dos leitores. O jornalismo jamais entra no mérito, somente leva as informações, como agora mais esta resposta legal dada ao povo. Existem tantos filmes que poderiam ser montados retratando este período político, fizeram outros? Dizem que o dia do favor é a véspera da ingratidão.
De um lado, ou de outro


Este Jornal vai se transformando, passa a alimentar maiores esperanças, faz com que a verdade esteja presente. Assim ao receber esta semana o JPF, ao ler seu EDITORIAL, notei mais uma vez estar a imprensa distante do partidarismo e da política de interesses. Soube transformar em interessante assunto esta coluna. “Jamais se pode criticar alguém, tendo dentro de si algo que possa ser idêntico”. Ou Seja, nem PA-TA-TI, nem PA-TA-TÁ. Com seu tema possuindo um contexto, de excelente qualidade, mais uma vez o jornal se mostrou presente. Imprensa livre, trazendo assuntos de interesse da municipalidade, região, não deixando adormecido o direito e a verdade. Parabéns Editores, parabéns equipe de trabalho do Jornal Ponto Final. Vocês formam um jornalismo que não se defende partes, mas leva os fatos aos leitores, a estes cabem as análises e julgamentos.