Mariana aparece entre as cidades mineiras investigadas pela Receita Federal na operação batizada como “Operação Merenda Escolar”. No último dia 1º agentes da Receita Federal que cumprem 21 mandados de busca e apreensão para conseguir provas sobre o pagamento de propina por empresas a agentes públicos que pode chegar a R$ 300 milhões de reais no ano, estiveram presentes na COAN de Mariana situada no bairro Cabanas para uma busca no local.
Na região metropolitana de Belo Horizonte, denúncias recebidas por promotores de Justiça de Ribeirão Neves, levaram a identificação de um esquema criminoso envolvendo sete empresas acusadas de dividir entre si os municípios paulistas na terceirização de merenda escolar. O esquema formado onerava os cofres públicos em pelo menos 30% se comparado com o valor do preparo das refeições pela própria prefeitura. Só a prefeitura de Neves pagou irregularmente a uma empresa cerca de 15 milhões referentes aos alimentos servidos nas escolas entre 2006 e 2009.
Já foram apreendidos computadores e uma série de documentos relacionados ao esquema de crimes contra a administração pública, lavagem de dinheiro e formação de cartel. Durante as buscas realizadas em Minas houve a apreensão de outros documentos ligados a falsificação de notas fiscais que eram utilizadas pelas empresas contratadas por diversas prefeituras para justificar a saída do dinheiro para pagamentos de propinas.
O jornal Ponto Final compareceu à COAN de Mariana mas funcionários informaram que a ação da Receita Estadual era corriqueira e de rotina, que acontece todos os anos. Tentou-se também estabelecer contato com a empresa que se prontificou inicialmente a dar explicações sobre o caso, mas não estabeleceu o retorno necessário.




É sempre muito importante, ver que ainda em Mariana, pode existir leis e órgãos que inverstiguem a corrupção visível nesta dita empresa COAN. É sabido por todos que a prefeitura paga para cada aluno um valor nada mais, nada menos que R$6,25 por cabeça de alunoe funcionários da escola, independente se estes alunos e funcionários irão comer ou não.
Posso afirmar com veemência, que os alunos do turno da tarde que não participam do horário integral, tomam um lanche da tarde onde é sevido: suco ou leite, com alguns biscoitos, e a prefeitura paga para eles este mesmo valor. A investigação deveria acontecer também nas escolas, e no histórico de pagamente da prefeitura feito a este órgão.
É raríssima a distribuição de frutas, o que deveria acontecer com frequência.Já possou da hora de alguém fazer alguma coisa, e os moradores de Mariana, ter certeza que por aqui ainda existe justiça.
Alguém saberia me dizer me dizer quem trouxe essa ‘empresa’ para Mariana?
Gostaria de ver o contrato social dessa ‘empresa’!
A denuncia de superfaturamento foi feita a cerca de 3 anos por uma repórter do jornal Estado de Minas e, na época, o prefeito Celso Cota, fez de tudo para que ninguém visse os jornais. Além de desqualificar a reportagem e a própria jornalista!!
Essa é a ‘nossa’ Mariana!! Faz de conta, mentirase/ou deturpação da verdade, falcatruas, politicagem e uma quadrilha com Chefe e tudo, e nem preciso dizer o nome, todas as pessoas de bem sabem!
Pensem bem em quem votar para deputado estadual…Ninguém é condenado por improbidade administrativa sem motivos!
ONTEM ( 07/07) OS VEREADORES VOTARAM EM UMA DISCUSSÃO ABERTURA DE CRÉDITO DE R$ 882.700,00 PARA PAGAMENTO DA MERENDA ESCOLAR. PARA ESSE PAGAMENTO FORAM ANULADOS R$ 700.000,00 DE MATERIAIS DE CONSUMO E EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES. ISSO QUER DIZER QUE AS VERBAS PARA COMPRAR: TV, DVD, DATA-SHOW, COMPUTADORES, COPIADORAS, IMPRESSORAS, PAPEL HIGIENICO, SUFITE, CARTOLINAS, CADERNOS, ETC, NÃO TEM MAIS DINHEIRO. É A POLÍTICA PÃO E CIRCO IMPLANTADA PELO PARLAMENTARISMO MUNICIPAL.