Lei Seca

Publicado: quinta, 10 de julho de 2008 as 21:06h Faça seu comentário
A lei seca está em vigor no país e prevê multas pesadas no bolso do motorista e até a perda da carteira de habilitação por um ano. Mas a combinação fatal entre direção e bebida voltou a fazer vítimas pelo país. No último fim de semana foram registradas vítimas fatais decorrente de acidentes de trânsito que envolvia motoristas embriagados. Como a lei é rígida e rigorosa foram feitas também prisões de motoristas que estavam com alto teor de álcool no sangue, detectados pelo bafômetro, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, que foram considerados os estados com alto índice de prisões pela Polícia Rodoviária.

Por outro lado, há também os motoristas que se preocupam e estão comprando o bafômetro até mesmo pela Internet. E em pesquisa o Jornal Ponto Final, foi às ruas da cidade para saber a opinião dos cidadãos e donos de comércio sobre a lei seca. Alguns dos entrevistados disseram que são a favor da lei e que a apóiam. "Sou a favor da Lei Seca, pois, para mim foi uma das melhores leis já aplicadas no país. E a apoio pelos cidadãos inocentes que já morreram por irresponsabilidade de motoristas embriagados", diz Jussara Trindade P. da Silva Batista, moradora de Passagem de Mariana.

E como previsto a lei beneficiou todo o país, fazendo com que as pessoas tomassem consciência de seus atos e se responsabilizassem por eles, muitos deixando de beber ou até mesmo preferindo sair de táxi, ônibus ou outros meios de transportes que não necessitem conduzir. "A Lei Seca foi de mera importância para o país, e de forte influência na sociedade, eu concordo plenamente com esta lei, mesmo não tendo 100% de melhoria já é um grande começo para a conscientização das pessoas", diz Jaqueline Duarte Vieira moradora da Vila Maquiné.

Apesar de Mariana ainda não ter disponível pelos agentes fiscais de trânsito o bafômetro, se o policial tiver indícios fortes de que a pessoa esteja embriagada é possível ser feito o exame de sangue, caso a pessoa se recuse a fazê-lo o policial pode exigir que o mesmo seja examinado por um médico-perito. A ausência do bafômetro, no entanto, pode permitir o questionamento da identificação da embriaguez. O policial precisa ter evidências de que o motorista está embriagado para requerer o exame de sangue ou o exame clínico no motorista.

 

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