"Ah!Vamos tentar, se não der certo a gente separa!". Como é triste ouvir isso! Este tipo de frase está tão comum na fala de noivos, enraizada na forma moderna de namoro e na concepção de "Amor", que as pessoas concebem atualmente.
O que mais encontramos em nosso cotidiano, é o surgimento de "namoros vazios", nos quais não se buscam mais as vivências do Amor verdadeiro, mas sim, as experiências de paixões e desejos individuais e egoístas - encontramos até namorados (as) que medem o Amor do companheiro (a) conforme o valor do presente recebido no Dia dos Namorados, no Natal, no aniversário ou outras datas comemorativas. E se não recebem nada! Ai, ai, ai.
Essas paixões, que por várias vezes são desenfreadas, e esses desejos egoístas, deturpam o sentido do verdadeiro Amar, fazendo com que as pessoas não encontrem a sua verdadeira essência, "o Amor".
Por essa razão, ainda encontramos, diariamente, pessoas que julgam o Amor como uma coisa abstrata, o que é lamentável.
O namoro é a fase da nossa vida que nos preparamos para o matrimônio, mas, infelizmente, os casais de namorados de hoje, não andam preocupados com essa questão. O que assistimos, é a ridicularização dos namoros sérios e puros - "vocês são novos demais", "aproveitem mais a vida", "casar é bobeira".
Os relacionamentos amorosos iniciam-se e desfazem-se com uma facilidade incrível. Tem gente que chega ao absurdo de disputar com "colegas" quem já beijou mais do que o outro.
Mas neste dia 12 de junho, Dia dos Namorados, todos deveríamos parar e pensar em nossos relacionamentos e analisar o que realmente queremos para nosso futuro.


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