Reclamações de maus tratos no HMH



Na madrugada do último dia 28, Bruna Sant’Anna procurou os serviços do Hospital Monsenhor Horta devido um problema de saúde que sua filha de um ano apresentava. Segundo a mãe da paciente que possui convênio com a Unimed o atendimento do médico João Manoel Alves pediatra (CRMMG 7828) foi precário “O médico depois de examinar minha filha a colocou no soro e sumiu, não apareceu mais para saber como estava. Ela estava vomitando muito e eu chamei as enfermeiras que por sinal me atenderam muito bem. Ao acionar-lo o médico informou as mesmas que se ela estava vomitando e estava no soro não tinha problema podia continuar vomitando.” Afirmou Bruna.

Seguindo nas reclamações Bruna ainda ressalta que assinou um termo de responsabilidade para a retirada da filha do HMH “Assinei um termo de responsabilidade e tirei minha filha de lá e em seguida procurei por outro atendimento médico que inclusive fui muito bem atendida. Depois de tomar um remédio para vômito minha filha melhorou” desabafou.

Procurados por nossa Redação a Unimed respondeu que:

Ciente do teor da reclamação de Vossa Senhoria, informamos que entraremos em contato com o Hospital Monsenhor Horta a fim de buscarmos informações sobre os fatos, ressaltando que o nosso objetivo é disponibilizar aos nossos clientes um atendimento de qualidade, humanizado e acolhedor” Jane Eloísa Comunicação Social, Unimed Inconfidentes.

O HMH respondeu que: Prezado, Rômulo, boa tarde.

O Hospital Monsenhor Horta lamenta a situação vivenciada por estas usuárias e informa que as medidas cabíveis foram tomadas para que a chefia dos pediatras esclareça o ocorrido com o médico em questão. Infelizmente, casos isolados acontecem.

Sabemos que, mesmo com as mudanças no Código de Ética Médica que prevê mais humanização no trato ao paciente e mais respeito na relação médico-paciente, ainda assim, atitudes simples nem sempre são seguidas por estes profissionais. Mas o Monsenhor Horta quer ter em sua equipe, pessoas não só qualificadas, mas humanas em todos os sentidos.

O código é o maior órgão que rege a profissão da medicina e nós, enquanto instituição de saúde, procuramos sempre estreitar a relação dos profissionais da saúde com os colaboradores do Hospital e também com os usuários, por meio de cursos e reuniões que abordam o atendimento médico-hospitalar.

“Entendemos que é necessário comprometimento da classe médica com os pacientes e com a instituição em que prestam serviços, pois, muitas vezes, alguém pode ser prejudicado pela conduta profissional de médicos isolados. Esperamos e confiamos a estes profissionais que os pacientes sejam mais bem assistidos para aprimorarmos a assistência à saúde”, afirmou Wagner de Almeida Dias, diretor administrativo do HMH.